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Quais as melhores apostas para a Semana Académica da UALG?

sábado, janeiro 23, 2010

Poemas Parte4

Como alguns de vocês ansiavam tanto por mais uns poemas, aqui chegam eles.
E lembrem-se, por favor lembrem-se, que os poemas que ponho no blog estão relacionados com o meu passado e outros nada têm a haver comigo, por isso não me venham perguntar depois se está tudo bem comigo. LOLOL

Demência

Mais do que amigo,
Não há problemas
Qual é o perigo?
Isto são só poemas.

Eu apenas não sei
O que de mal fiz,
Onde é que errei?
Só quero ser feliz!

Tinha algumas esperanças,
E caí aos trambolhões,
Já não somos crianças
Mas hoje tou cheio de questões.

A minha mente vagueia
Estou baralhado,
Estou preso numa teia,
Quando serei resgatado?

Tenho uma grande pressão
Que não me sai de cima,
Só a liberto com uma canção
Ou com uma rima.

Grandes pesadelos
Que tenho na cama,
É preciso vencê-los
E apagar esta chama!

Para isto não tenho jeito
Vacilo no parapeito,
O amor vai e vem
E o sofrimento também.
É preciso paciência
Para me aguentar,
Esta demência
Tenho de controlar!

For Her I....

I love the way she smiles
I love the way she looks at me,
For her I would walk a thousand miles
Under the dangerous sea.

I love how she writes
I love how she dances,
For her I would face a hundred fights
I’m liking my chances!

I cry like huge fountains
I can’t even hold the dice,
For you I would climb mountains
Filled with freezing ice.

I laugh like a man insane
Until the end of the week,
For you I would change my name
You are the one I seek.

I burn with a strange desire
That I can’t destroy,
For you I would pass through fire
I am your favourite toy.

You are a wonderful feast
That I want to devour,
For you I would face a beast
With all my inner power!

Your eyes make me shiver
What more can I say?
For you I would give my liver
To see you every single day!

Passar À Acção

Não confies no capitalismo
Pára de andar às cegas,
Não confies no comunismo
Faz as tuas regras!
O pobre não tem comido
E os ricos a barriga têm enchido
Os nossos direitos temos perdido
O que nos terá acontecido?

De mãos dadas à censura,
As respostas estão esguias,
A injustiça ainda perdura,
E as soluções são frias.
Dentro de nós a amargura
Sem hipóteses de utopias,
Uma realidade muito escura
Rodeada de fatais epidemias.
Até agora nenhuma cura,
Vivemos dolorosos dias!
Como aguentar esta loucura
No meio de tantas tiranias?

Manhãs de extremo calor,
Noites debaixo de chuva,
Um bom povo sem amor
É igual a vindimas sem uva.
Agora a nova maré de crime
E o dinheiro a nos governar
Corrompe um país antes sublime
Em que nação nos irá tornar?
Vejo nas vossas faces
A mais pura das solidões,
A falta de desenlaces
Desmancha os nossos corações.
Incomoda o silêncio de tudo
Aproxima-se um mundo mudo?

Com um pouco de inteligência
Podemos criar uma sociedade de decência?

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